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Dois passageiros são hospitalizados com fraturas na coluna após ônibus passarem por quebra-molas em Nova Lima

01/06/2026
às 10:28
Créditos: Record/Reprodução

JORNAL SEMPRE – Dois passageiros sofreram fraturas na coluna após incidentes distintos envolvendo ônibus que passaram por um quebra-molas sem sinalização na Avenida José Bernardo de Barros, próximo ao Sacolão Máximo, em Nova Lima. As vítimas são Sebastião Soares de Matos, de 59 anos, e Litinha, de 56 anos, que estavam em veículos diferentes quando foram arremessados contra o teto dos ônibus.

Em entrevista à Record, Sebastião relatou que seguia para o trabalho e estava sentado no banco traseiro do coletivo. Com o impacto, bateu a cabeça no teto do veículo e, ao retornar ao assento, sofreu uma lesão na coluna.

Litinha também ficou ferida após o ônibus passar pelo quebra-molas. Segundo ela, chegou a ser suspensa do assento devido ao impacto e, ao cair novamente, lesionou a coluna.

As duas vítimas foram encaminhadas ao Hospital São Francisco de Assis, em Belo Horizonte. Sebastião, que utiliza marcapasso desde a infância, precisou ser transferido para outra unidade hospitalar para passar por uma cirurgia. A filha dele manifestou preocupação com o procedimento, já que o dispositivo precisaria ser desligado temporariamente.



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Litinha já foi submetida a uma cirurgia para colocação de pinos na coluna e segue em recuperação.

Após a repercussão do caso, o quebra-molas recebeu sinalização. Em nota enviada à Record, a Prefeitura de Nova Lima afirmou que lamenta profundamente o acidente e manifestou solidariedade às vítimas e seus familiares.

O município informou que a estrutura também funciona como uma passagem elevada para pedestres e foi implantada devido ao excesso de velocidade e ao registro de acidentes na via. Sobre a falta de sinalização, a prefeitura explicou que o quebra-molas havia sido concluído no dia anterior ao ocorrido e que a sinalização vertical já estava instalada. A administração acrescentou que a pintura horizontal não pôde ser realizada imediatamente após a obra, pois é necessário aguardar a estabilização do pavimento asfáltico.

Familiares das vítimas buscam esclarecimentos e assistência diante das lesões sofridas e dos desafios enfrentados durante o processo de recuperação.



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