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Operação da PF investiga advogados e esquema que teria desviado R$ 770 milhões; mandados são cumpridos em Nova Lima

07/05/2026
às 19:10


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JORNAL SEMPRE – Ao menos dez advogados estão entre os investigados da Operação Títulos Podres, da Polícia Federal, que cumpre seis mandados de prisão temporária em cidades de Minas Gerais, São Paulo, Espírito Santo e Maranhão.

Segundo a PF, o prejuízo estimado aos cofres públicos chega a R$ 770 milhões, somando os valores apurados nesta operação e na segunda fase da Operação Consulesa. Apenas na Operação Títulos Podres, o desvio investigado é de cerca de R$ 100 milhões.

As cidades são: Belo Horizonte, Nova Lima, Contagem, Campo Belo, Pouso Alegre e Itamarandiba, em Minas Gerais, São Paulo, Osasco, São José dos Campos, Caraguatatuba e Praia Grande, em São Paulo, Cachoeiro do Itapemirim, no Espírito Santo, e Açailândia, no Maranhão.

De acordo com a Polícia Federal, o grupo atuava por meio de escritórios de advocacia, consultorias tributárias e empresas de fachada. Os suspeitos ofereciam supostas “soluções tributárias” para reduzir ou quitar débitos fiscais. A investigação aponta ainda a participação de servidores públicos no esquema de estelionato.

Segunda fase da Operação Consulesa

A Polícia Federal também cumpre mandados na segunda fase da Operação Consulesa. Nesta etapa, estão sendo executados quatro mandados de prisão preventiva e quatro mandados de busca e apreensão em empresas e residências localizadas em Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro.

As cidades são: Belo Horizonte, Capim Branco, Contagem, Nova Lima e Formiga, em Minas Gerais, São Paulo capital, Rio de Janeiro e Maricá, no Rio de Janeiro.

Também são cumpridos 29 mandados de busca e apreensão. Foram desviados cerca de R$ 670 milhões.



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