Professores se organizam e exigem mais dialogo na municipalização do ensino estadual

Vários professores vêm sem organizando durante esta semana depois que o governo Vitor Penido iniciou processo de municipalização do ensino fundamental (do 6° ao 9° ano) que hoje é responsabilidade do Governo do Estado.

A administração municipal lançou um edital para cadastro reserva de professores e demais profissionais da educação. Contudo, o edital é do dia 17 de janeiro e a prova já dia 26.

Professores concursados e contratados pelo Governo Estadual querem mais transparência no processo e diálogo por parte do Governo Municipal. Profissionais contratados correm o risco de perder seus empregos já que precisarão fazer a prova. Inclusive, eles colocam em dúvida a forma como a qual as provas serão avaliadas.

As reclamações ainda são estendidas para o quesito salarial. No Estado hoje o vencimento é de R$2.100,00 por 20 horas semanais. O governo de Penido quer dobrar as horas trabalhadas (40 horas, portanto) e continuar pagando o mesmo salário. Com isso os professores não poderão fazer extensão de horas e teriam perdas salariais.

O prefeito receberá nesta segunda-feira, dia 20, alguns profissionais da área para uma reunião. Porém, em um primeiro momento, apenas diretores estariam nesta reunião. Há a informação que o sindicato que representa a categoria em nível estadual havia solicitado participar da reunião.

Um protesto está marcado para esta segunda a partir das 9 horas na Praça Bernardino de Lima.

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