‘Salvação do Lucas é o transplante’, diz pai do garoto que luta contra leucemia


Foto: Reprodução/Facebook – O garoto na imagem é o Lucas

Era o cair da tarde de quinta-feira, por volta das 17h47, entramos em contato com Daltinho para consultarmos a possibilidade de uma entrevista do pai de uma linda criança: o Lucas. Ele não titubeou e logo marcamos para segunda, dia 24, a fala do Dalton ao Sempre Nova Lima.

Por volta das 19h04 chegamos ao local. Dalton nos atendeu sorridente, cheio de esperança que este é um momento que vai passar – e com certeza vai. Conversamos sobre a situação do Lucas, entendemos o tipo de leucemia, conhecida como Mielomonocítica Juvenil, (Leia Mais Sobre) e ele respondeu sobre derivados assuntos.

O pai do garotinho contou que a única forma de salvar Lucas “é o transplante” e quer conscientizar as pessoas da importância de ir ao Hemominas (Alameda Ezequiel Dias, 321 – Bairro: Santa Efigênia – Cep: 30130110 – clique para ver no mapa) para que rapidamente traços genéticos daquele que está fazendo o teste de compatibilidade vá para um banco de dados chamado de Redome – Registro Nacional de Doadores de Medula Óssea.


O banco de dados é nacional e internacional e reúne pessoas do mundo todo na busca por medulas compatíveis. Portanto, você poderá ser compatível com o Lucas ou com qualquer outra criança ou pessoa em qualquer lugar do mundo. Com isso, o Inca – Instituto Nacional do Câncer – banca sua viagem para qualquer lugar a fim de doar a medula e salvar vidas, que é o principal.


Conversamos com Daltinho – como é conhecido – sobre a importância do seu trabalho para também contribuir com a conscientização das pessoas sobre a doação de medula óssea. As pessoas muitas vezes se confundem: doação de medula é diferente da doação de sangue. Contudo, ambos são extremamente importantes para salvar vidas.


Pode parecer algo simples, mas todos sabemos que não. Um em cada 100 mil pessoas serão 100% compatíveis com uma pessoa acometida pela leucemia. Hoje, o Redome conta com 4 milhões de colaboradores, o que aumenta a margem de possibilidade de pessoas compatíveis a um nível de 40 – 1 para cada 100 mil e 10 para cada 1 milhão.


A doença, inclusive, acomete 30 pessoas no Brasil e 20 no mundo. Ou seja, apenas 50 pessoas apresentam este tipo de leucemia – a mais rara em crianças. 


Dalton falou inúmeras vezes sobre Juliana, sua mulher, que está em Barretos com o seu filho na busca pela cura. O pai falou também da sua sogra, Elisabete. Dalton conversou com o Sempre e você escuta abaixo:


Atenção: Para ouvir no smartphone, basta clicar na opção “Ouvir no navegador” e depois clicar no botão de “play”, que está de laranja, no topo esquerdo do player. Dependendo da sua conexão, o player poderá algum tempo para abrir. Pedimos paciência!


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