
Do Valor Online
A Petrobras anunciou, na noite desta sexta-feira (3), elevação média de 2,56% nos preços do diesel comercializado nas refinarias da empresa, a partir deste sábado (4). O preço da gasolina permanecerá inalterado.
- Empresária agredida pelo namorado em Nova Lima consegue medida protetiva
- Equipe reforçada inicia limpeza do açude para retomada do abastecimento em Rio Acima
- Parque Estadual da Serra do Rola-Moça se consolida como destino de férias de verão na Grande BH
- Operação de captura de Maduro pelos EUA na Venezuela violou ‘princípio fundamental’ do direito internacional, diz ONU
- Veja faixas e alíquotas das novas tabelas do Imposto de Renda 2026
A informação consta no site da empresa, no qual a petroleira detalha preços praticados nos 37 pontos de suprimento do mercado brasileiro, para a gasolina, o diesel S10 e o diesel S500.
Como não houve reajustes, o preço da gasolina continuará a ser negociado a R$ 2,045 por litro, em média, nas refinarias do país. O preço médio do litro do diesel, por sua vez, passará a R$ 2,3047, R$ 0,0577 acima dos R$ 2,2470 que valem até hoje, nas refinarias da estatal.
O mais recente reajuste realizado pela companhia foi efetuado na última terça-feira (30). A empresa informou reajuste médio de R$ 0,07 no litro da gasolina nas refinarias — o que representou aumento de 3,5% ante o preço médio negociado anteriormente, de R$ 1,975 por litro.
Na segunda-feira da semana passada, a empresa anunciou mudanças novamente em seu formato de divulgação de reajustes nos preços de gasolina e diesel. Em meio à retomada do debate nacional sobre os preços praticados pela estatal, frente às ameaças de uma nova greve dos caminhoneiros, a estatal passou a divulgar em seu site preços praticados pela empresa, à vista, nos 37 pontos de suprimento do mercado brasileiro.
A política de preços da empresa já passou, nos últimos anos, por uma série de mudanças, a última delas foi no dia 26 de março, quando a estatal anunciou que os preços do diesel passariam a ser reajustados, a partir daquela data, por períodos não inferiores a 15 dias. Com isso, a companhia abandonou, somente para o diesel, o formato usado desde 3 de julho de 2017 que previa reajustes com maior periodicidade, a qualquer tempo, inclusive diariamente.

