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JORNAL SEMPRE – Está em tramitação na Câmara Municipal de Nova Lima o Projeto de Lei nº 2661/2026, de autoria do vereador Mael (União), que propõe a criação do Programa Municipal “Nova Lima Mais Leve”, voltado à prevenção e ao tratamento da obesidade no município.

A proposta tem como objetivos reduzir os índices de obesidade e sobrepeso entre a população, oferecer atendimento multiprofissional com foco na saúde física, nutricional e mental, incentivar hábitos alimentares saudáveis e a prática regular de atividades físicas, além de disponibilizar apoio médico especializado e terapias de controle de peso. O programa também prevê campanhas de conscientização e educação alimentar, bem como o acompanhamento e a avaliação dos resultados clínicos e sociais dos participantes.

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Entre as ações previstas estão a realização de avaliação médica inicial e acompanhamento clínico periódico, orientação nutricional com oficinas de educação alimentar e acompanhamento psicológico voltado à saúde mental e à motivação dos participantes. O texto também inclui a oferta gratuita de atividades físicas orientadas, como caminhadas, hidroginástica, dança, futevôlei e musculação comunitária, além da criação de grupos de apoio, palestras sobre qualidade de vida e autocuidado e o monitoramento digital dos participantes e dos indicadores de saúde.

Poderão participar do programa moradores diagnosticados com sobrepeso ou obesidade, com índice de massa corporal igual ou superior a 25, bem como pessoas com doenças associadas à obesidade, como diabetes tipo 2, hipertensão e dislipidemias.

Na justificativa do projeto, o vereador afirma que o “Nova Lima Mais Leve” busca enfrentar o crescimento dos casos de obesidade e sobrepeso no país, considerados atualmente um dos principais desafios de saúde pública. Segundo ele, a iniciativa pretende garantir uma vida mais saudável e equilibrada para os moradores por meio de um atendimento multidisciplinar, contemplando aspectos físicos, nutricionais e mentais.

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O parlamentar também destaca que a obesidade não deve ser tratada apenas como uma questão estética, mas como uma doença crônica e multifatorial que impacta diretamente a qualidade de vida e aumenta o risco de comorbidades, como diabetes, hipertensão, doenças cardiovasculares e transtornos emocionais. Nesse contexto, ressalta a importância de políticas públicas voltadas à prevenção e ao acompanhamento contínuo, capazes de reduzir impactos futuros e promover hábitos saudáveis desde cedo.

De acordo com a última atualização da tramitação, o projeto foi encaminhado à Comissão de Legislação e Justiça em 10 de fevereiro de 2026.

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